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As organizações de todos os tipos e dimensões enfrentam um conjunto de riscos que podem afetar a consecução dos objetivos.
Estes objetivos podem estar relacionados com um conjunto de atividades da organização, desde iniciativas estratégicas até às suas operações, processos e projetos, e refletir-se em termos de resultados sociais, ambientais, tecnológicos e de segurança, de medidas comerciais, financeiras e económicas, bem como de impactos sociais, culturais, políticos e de reputação.
Todas as atividades de uma organização envolvem riscos que deverão ser geridos.
O processo de gestão de risco auxilia a tomada de decisões ao considerar a incerteza e a possibilidade de futuros eventos ou circunstâncias e os seus efeitos nos objetivos acordados.
A apreciação do risco é a parte da gestão do risco que proporciona um processo estruturado que identifica como os objetivos podem ser afetados e analisa o risco em termos de consequências e da sua probabilidade antes de se decidir sobre a necessidade de tratamento adicional do risco.
Para ajudar ao desenvolvimento destas atividades, o IPQ editou a NP EN 31010: Gestão do risco. Técnicas de apreciação do risco. Esta norma foi elaborada pela Comissão Técnica CT 180 Gestão do Risco.
A apreciação do risco tenta responder às seguintes questões fundamentais:
A presente Norma é de natureza geral, para que possa dar orientação em muitas indústrias e tipos de sistemas. Destina-se a refletir as boas práticas correntes na seleção e utilização de técnicas de apreciação do risco e não se refere a conceitos novos, ou em evolução, que não tenham atingido um nível satisfatório de consenso profissional.
Fonte: Revista Espaço Q do Instituto Português da Qualidade
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