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Áreas de conhecimento

Segurança Alimentar

Nos últimos quinze anos, os hábitos de consumo de alimentos mudou muito. Cada vez dedicamos menos tempo à alimentação diária e encontramos muito mais opções de diferentes tipos de alimentos.

Comerciantes, fabricantes, operadores alimentares, serviços de catering, associações do setor, especialistas técnicos, governos...Todos têm algo em comum no que respita à segurança alimentar. Todos eles reconhecem que a confiança dos consumidores alcançou mínimos históricos há cerca de dez anos após uma série de alertas alimentares que abalaram todo o setor. Tal como acontece em muitos setores, esta preocupação generalizada pela segurança, levou a que se adoptassem medidas e os comerciantes começaram a auditar os seus fornecedores de forma a garantirem a sua capacidade para cumprir com as exigências de segurança alimentar.

Na indústria alimentar ouvimos cada vez mais que as empresas se estão a certificar com FSSC 22000, BRC, IFS, SQF, Global Gap, para mencionar alguns, mas o que fazem estas certificações? Referem-se ao mesmo? Existe uma que seja melhor que outra?

Tratam-se de certificações de diferente esquemas de Sistemas de Gestão de Inocuidade Alimentar aprovados pela GFSI (Iniciativa Mundial de Segurança Alimentar), que variam de acordo com o alcance, estrutura, critérios, processo de certificação e validade. Alguns esquemas são mais populares em algumas regiões do mundo e, outros são mais utilizados ou exigidos aos fornecedores por empresas eedores por empresas transnacionais, maioritárias ou minoritárias.

VANTAGENS E BENEFÍCIOS
  • Facilitam o cumprimento da legislação aplicável.
  • Proporcionam uma comunicação organizada e eficaz entre todas as partes interessadas.
  • Integram os Programas de Pré-requisitos ao sistema de gestão da organização.
  • Demonstram à sociedade o compromisso da organização em relação à segurança alimentar. 
  • Aumento da confiança nos seus sistemas e procedimentos de inocuidade alimentar.

Na hora hora de escolher um esquema de segurança alimentar aprovado pela GFSI, o mais importante é que a organização se assegure que o esquema se adapta perfeitamente às suas necessidades. Todos os esquemas cumprem os requisitos estabelecidos pela GFSI, mas cada um utiliza um enfoque concreto. Para decidir qual é o esquema que melhor se adapta a uma determinada organização, devem conhecer-se com exactidão as exigências da normativa e dos clientes que afetam a atividade da organização em questão e que, portanto, se devem incluir na auditoria eleita.

Alguns esquemas de segurança alimentar reconhecidos pela GFSI:


BRC, IFS, Global Aquaculture Alliance Seafood, FSSC 22000 (Food Safety System Certification) o FS 22000; SQF 2000 (Safe Quality Food), GRMS (Global Red Meat Standar), Canada GAP

 

EMPRESAS
Produtores de alimentos, produtores primários, agricultores, criadores de gado, produtores de ingredientes, operadores de serviço de comida e catering, empresas de serviços de limpeza e desinfestação, transportadores, fornecedores de equipas para a indústria agroalimentar, produtos embalados ou qualquer outra atividade que esteja envolvida direta ou indiretamente na cadeia alimentar.
 

Entidade formadora acreditada por DGERTAliança com a PrevensystemMembros da Green Industry PlatformAderidos ao Pacto do LuxemburgoMembros da European Association for International EducationMembros da AENORMembros da Associação Espanhola da QualidadeCÂMARA DE COMÉRCIOMembros de Associação de Consultores e Formadores em Segurança AlimentarMEMBROS DA AMERICAN SOCIETY FOR QUALITYMEMBROS DO PACTO MUNDIAL DAS NAÇÕES UNIDAS

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