


Peças pequenas que se soltam com facilidade, pilhas acessíveis e fraca resistência ao impacto são as falhas mais graves detetadas nos brinquedos que chumbaram nos testes da DECO.
Os problemas mais comuns são pequenas peças que se soltam ou são arrancadas com facilidade pelos dedos das crianças e nem é necessária muita força. Curiosos, os mais novos podem colocar estas peças na boca e engoli-las sem querer, provocando risco de asfixia.
O pior é constatar que os resultados dos testes não são uma novidade. Há 22 anos que a DECO avalia brinquedos e sempre encontrou produtos perigosos. A lei ficou mais abrangente nalguns aspetos, mas há retrocessos graves: por exemplo, indicar a idade recomendada passa a ser facultativo, o que coloca em risco a segurança dos pequenos. Para combater esta inércia, a DECO criou um formulário onde os consumidores podem denunciar problemas com brinquedos.
Há ainda fabricantes, segundo a DECO, que, com frequência, vendem produtos com falhas, por não seguirem padrões de fabrico exigentes ou não exercerem um controlo responsável. É contra estes maus representantes da indústria dos brinquedos que a DECO defende que um comportamento negativo reincidente deve ser sancionado pelas autoridades. Neste sentido, reclamam uma alteração legal que o permita e que sejam definidas sanções progressivas para a reincidência. O mais importante é proporcionar, às crianças, momentos de pura brincadeira e em total segurança.
Comprar brinquedos com o símbolo "Marcação CE" é já um avanço na promoção desta segurança.
Fonte: deco.pt
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